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Motrix-Scigliano Racing passa atuar nas três categorias do Moto 1000 GP

Scigliano migra para GP 1000, Nunes e Prates seguem na GP Light e Veríssimo, primeiro pole da GP 600, passa a fazer parte da equipe

A partir da segunda etapa, que terá suas corridas no próximo dia 19 no Autódromo Internacional de Curitiba, em Pinhais (PR), a Motrix-Scigliano Racing terá representantes no grid de todas as categorias do Moto 1000 GP. Aos três pilotos que defenderam a equipe paulistana na etapa de 17 de junho em São Paulo junta-se André Veríssimo, que obteve na pista de Interlagos a primeira pole-position da categoria GP 600, defendendo a equipe K10.

Veríssimo, em Interlagos, conquistou a pole, mas enfrentou problemas com sua Kawasaki ZX6-R ainda no início da corrida. Recorreu aos boxes e foi 15º colocado na prova, vencida pelo gaúcho Rafael Bertagnolli. Agora correndo pela Motrix-Scigliano Racing – que tem patrocínio de TRW, Rizoma, Vance & Hines, Vector X e Leds Light –, ele terá como companheiros de equipe Taciano Nunes, Sérgio Prates e Sidney Scigliano, chefe da equipe.

Taciano Nunes abandonou a etapa de Interlagos da GP Light depois de nove das 12 voltas de corrida. Sérgio Prates cruzou a linha de chegada em 30º lugar. Ambos pilotam o modelo ZX10 da Kawasaki. Scligliano pontuou com a 13ª posição na corrida, que reuniu 47 pilotos. “Nada mau para um garotão de 58 anos”, ele brinca, confirmando a mudança de categoria na etapa curitibana – vai para a GP 1000, integrando a nova subdivisão GP Máster.

Scigliano, que concilia as atividades da equipe de competição com os cursos de pilotagem que ministra, aplaudiu a implantação da GP Máster, que vai compor as sete etapas finais do Moto 1000 GP integrando o grid da GP 1000, com classificação em separado. “A GP Máster vai nos ajudar a acabar com esse ranço cultural sobre a idade não deixar competir. Estou com 58 anos, tenho um desempenho bom e estou me divertindo na pista”, testemunha.

Piloto de uma Suzuki GSX-R1000, Sidney Scigliano, que participa da motovelocidade desde metade da década de 70, diz-se “totalmente à vontade” no Moto 1000 GP. “O campeonato é voltado ao motociclista, o piloto sente que está amparado para o diálogo, sente que tem estímulo. Não é um evento onde você pague para participar do show. Com todos os subsídios que existem, eu me sinto respeitado como piloto, prestigiado. Isso é sucesso”, ele aponta.

Depois da etapa de Curitiba, o Moto 1000 GP levará suas disputas aos autódromos de Santa Cruz do Sul (RS), Brasília (DF), Cascavel (PR) e Rio de Janeiro (RJ). As corridas são transmitidas pela Record News e pela Record Internacional, além da exibição, com áudio e vídeo, no site da competição. Em 2012, o Moto 1000 GP tem patrocínio de Petrobras, Lubrax, BMW Motorrad e Michelin, com apoios de Beta, Shoei, Bell, Servitec, Tutto Moto e Ohlins.

Texto: Grelak Comunicação – (45) 3037-6667
Imagens: Vanderley Soares


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